Arquivo de Julho de 2009
Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 10-7-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
10 de Julho de 2009 às 10:04
admin
Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 8-7-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
8 de Julho de 2009 às 09:06
admin
Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 7-7-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
7 de Julho de 2009 às 09:53
admin
São Paulo, 03 - O feriado norte-americano paralisou o mercado doméstico de ações. O índice
Bovespa, principal referência da Bolsa de Valores de São Paulo, até teve alguma oscilação, mas muito
próximo da estabilidade. Os investidores não tiveram muita motivação para ir às compras, o que
resultou no segundo menor volume financeiro do ano.
O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira em baixa de 0,18%, aos 50.934,69 pontos. Na
semana, perdeu 1,07% e, no mês acumula baixa de 1,03%. No ano, o Ibovespa exibe ganho de
35,64% até hoje. A variação durante a sessão de hoje foi pequena, já que, na mínima, o índice tocou os
50.915 pontos (-0,22%) e, na máxima, os 51.167 pontos (+0,28%).
Segundo dados preliminares, o giro financeiro totalizou R$ 1,674 bilhão, bem perto do registrado no
dia 25 de maio passado, menor marca do ano até agora, de R$ 1,55 bilhão, também por causa de
feriado (nos Estados Unidos e na Europa). Segundo um profissional do mercado de renda variável, o
feriado de hoje zerou as operações de arbitragem com os ADRs (recibos de ações de empresas
brasileiras negociados na Bolsa de Nova York), o que ajudou a minguar o volume financeiro.
A maior parte das ações do Ibovespa fechou no azul, mas as blue chips, os bancos e a maior parte das
siderúrgicas terminaram em baixa, influenciando o resultado final do índice. No exterior, os preços de
commodities metálicas fecharam sem rumo definido, enquanto o petróleo no mercado futuro recuava,
mas em sessão de giro fraco. Petrobras ON cedeu 0,86%, Petrobrás PN recuou 0,74%, Vale ON caiu
0,49% e Vale PNA desvalorizou 0,43%.
Anteontem, o mercado refestelou-se nos bons indicadores divulgados ao redor do globo, mas todo o
otimismo da quarta-feira se dissipou ontem, com o dado fraco sobre o mercado de trabalho nos
Estados Unidos. Esse sobe-e-desce ainda não tem prazo para acabar, ainda mais que a próxima
temporada de balanços financeiros trimestrais, importante construtores de tendências, não prometem
notícias muito boas.
Pelo menos esta é a expectativa dos analistas, que esperam para essa temporada números fracos.
Essa expectativa baixa, entretanto, pode acabar sendo benéfica às ações, se os números forem um
pouco melhores do que as previsões. Oficialmente, a safra de resultados do segundo trimestre nos
EUA começa na terça-feira que vem, com os números da gigante de alumínio Alcoa.
Na Europa, hoje, os indicadores mostraram um pouco dessa indefinição. O índice dos gerentes de
compra do setor de serviços caiu no Reino Unido e as vendas do varejo na zona do euro voltaram ao
negativo, com queda de 0,4% em maio, ante abril. Mas o índice de gerentes de compra (PMI)
composto sobre a atividade na zona do euro subiu para a máxima em nove meses.
As bolsas europeias tiveram o mesmo comportamento contraditório. O índice FTSE-100 da Bolsa de
Londres subiu 0,05%, para 4.236,28 pontos, acumulando queda de 0,11% na semana. Em Frankfurt, o
índice Xetra-DAX caiu 0,22%, para 4.708,21 pontos, com queda de 1,43% na semana. Na Bolsa de
Paris, o CAC-40 teve alta de 0,10%, para 3.119,51 pontos, acumulando perda de 0,33% na semana.
Em Madri, o índice IBEX-35 ganhou 0,67%, para 9.707,80 pontos, registrando alta de 0,22% na
semana.
Para a próxima semana, encurtada pelo feriado paulista da Revolução Constitucionalista de 1932, na
quinta-feira (9 de julho), a agenda um pouco mais fraca pode ser benéfica à Bolsa brasileira. “Depois
da queda dessa semana, há espaço para alguma recuperação, sem entusiasmo”, comentou o
profissional.
(Claudia Violante)
Fonte: Broadcast
3 de Julho de 2009 às 17:42
admin
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009 , 15:47
SÃO PAULO, 3 de julho de 2009 - As reservas brasileiras internacionais subiram em US$ 85 milhões ontem no conceito de liquidez internacional, segundo o Banco Central (BC). Com isso, o total das reservas brutas passou de US$ 208,738 bilhões para US$ 208,823 bilhões.
(Elaine Cristina Adriano - Agência IN)
Agência : InvestNews
às 16:24
admin
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009 , 15:22
SÃO PAULO, 3 de julho de 2009 - As projeções das taxas de juros embutidas nos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) negociados na BM&FBovespa sinalizam estabilidade no curto prazo e queda nos prazos mais longos nesta segunda etapa do dia. O DI de janeiro de 2011, registrava taxa anual de 9,88%, ante 9,92% do ajuste anterior. O papel tinha 43,6 mil negócios fechados e giro de R$ 3,7 bilhões.
O contrato de DI de agosto deste ano apontava taxa anual de 9%, mesma do ajuste anterior. Este papel é o mais negociado no momento com 154,5 mil transações efetuadas e giro de R$ 15,3 bilhões.
O contrato de DI de outubro apontava taxa anual de 8,81%, mesma do ajuste anterior. Este papel tinha 47,9 mil contratos fechados e giro de R$ 4,6 bilhões. O prêmio de janeiro de 2010 apresentava taxa anual de 8,77%, contra 8,78% do último ajuste, com 12,9 mil contratos fechados e giro de R$ 1,2 bilhão. Janeiro de 2012 apontava taxa de 10,95%, contra 10,97% do ajuste passado, após 5,9 mil operações (R$ 461 milhões).
(Maria de Lourdes Chagas - Agência IN)
Agência : InvestNews
às 15:23
admin
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009 , 10:47
SÃO PAULO, 3 de julho de 2009 - Antecipando as festividades do Dia da Independência nos Estados Unidos, os mercados financeiros devem ter um dia de liquidez reduzida, o que deve fazer com que os preços dos ativos financeiros registrem uma maior volatilidade. Instantes atrás, o dólar comercial caía 0,05%, para R$ 1,948 na compra e R$ 1,950 na venda.
Em relatório, a corretora AGK destaca que embora voláteis, os ativos devem oscilar em margens estreitas, uma vez que, sem a referência de Wall Street, os investidores devem estar com pouca disposição para correr riscos em grandes movimentos.
No noticiário, atenções à queda de 0,4% em maio no volume de vendas ao varejo na Zona do Euro. Na União Européia, as vendas se contraíram 0,5% no quinto mês do ano. Na Espanha, a produção industrial desabou mais 20,5% em maio, após ter caído 19,7% em abril e 24,7% em março.
(Simone e Silva Bernardino - Agência IN)
Agência : InvestNews
às 10:57
admin
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009 , 17:55
SÃO PAULO, 1 de julho de 2009 - As bolsas norte-americanas encerraram em terreno positivo com o anúncio de que a produção industrial do país caiu para o ritmo mais lento dos últimos dez meses.
O S&P 500 avançou 0,44% para os 923,33 pontos e acumula um ganho de 3% desde o início deste ano. O Dow Jones ganhou 0,68%, para os 8.504,06 pontos e o Nasdaq valorizou 0,58%, para os 1.845,72 pontos.
O índice que mede a produção industrial nos Estados Unidos subiu para 44,8 pontos, o nível mais alto desde agosto. Foram ainda divulgados outros dados referentes ao emprego e ao setor de construção menos positivos para a economia norte-americana. Ainda assim, os mercados mantiveram a tendência positiva ao longo de toda a sessão.
(Sérgio Toledo - Agência IN)
Agência : InvestNews
1 de Julho de 2009 às 18:34
admin
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009 , 16:09
SÃO PAULO, 1 de julho de 2009 - A contribuição do Plano Real para a indústria gráfica foi igual a contribuição dada à economia em geral. Essa é a avaliação de Alfried Karl Plöger, presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). “O Plano Real emplacou, conseguiu desindexar a economia e manter a inflação baixa nesses 15 anos”, afirmou o executivo.
Plöger destaca ainda o acúmulo de reservas cambiais como um objetivo não previsto do plano, mas positivo para a economia brasileira. “Hoje temos uma reserva cambial superior a US$ 200 milhões”, disse.
Por outro lado, o Plano Real não conseguiu ser bem-sucedido em todos os aspectos. O presidente da Abigraf ressalta que o País ainda não promoveu a reforma tributária. Segundo Plöger, durante o plano Cruzado a carga tributária correspondia a 25% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. “No Plano Real, a carga tributária continua crescendo, representando aproximadamente 37% do PIB”, avalia.
De acordo com o executivo, alterar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) seria essencial para a indústria.
Outro ponto negativo, diz respeito aos juros do País. “Os juros não foram reduzidos na velocidade necessária, apesar de estarem fixados em um dígito atualmente ( 9,25% ao ano), ainda é um patamar alto”, considera Plöger. Além disso, ele afirma que os índices da indústria também permanecem negativos.
Por sua vez, o presidente da Abrigraf alerta para a falta de investimentos de infraestrutura. “Não se fez investimentos nos últimos 15 anos, o PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) não funciona”, disse.
Plöger lembra que o crescimento da indústria gráfica está diretamente ligado ao PIB brasileiro. “Se o PIB sobe, a indústria gráfica cresce”, conclui.
(Micheli Rueda - Agência IN)
Agência : InvestNews
às 16:15
admin
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009 , 15:54
SÃO PAULO, 1 de julho de 2009 - O volume mundial de prêmios de seguros ficou estável em 2008. Porém, quando ajustado a inflação, recuou 2%, para US$ 4,27 trilhões no ano, segundo estudo divulgado pela Swiss Re.
O segmento de seguro de vida/previdência registrou queda de 3,5%, para US$ 2,5 trilhões. Segundo a instituição, a retração foi puxada por produtos individuais em países industrializados e o segmento de ramos elementares.
Já nos países emergentes, houve alta de 11%, para US$ 513 bilhões, com destaque para o Brasil, cujos prêmios avançaram 8,4% em relação a 2007, dando ao País a 17º colocação no ranking mundial e a liderança na América Latina.
De acordo com o estudo, a crise afetou fortemente o seguro de vida, principalmente, a partir de setembro de 2008, quando o mercado acionário começou a registrar fortes perdas com o anúncio de falência de grandes corporações, como o quarto maior banco dos EUA, o Lehann Brothers, e a seguradora AIG. A insegurança dos mercados fez os seguros de vida nos países industrializados cair 5,3% para US$ 2,2 trilhões.
Em contraste, os mercados emergentes registraram crescimento acelerado em vida, com 14,6%. Segundo Daniel Staib, um dos autores do estudo, apesar do recuo dos preços das commodities, os países emergentes continuaram a ter um bom desempenho em suas economias.
Como resultado da crise financeira, o capital segurado no segmento vida recuou entre 30 e 40%, com algumas companhias chegando a 70%. Segundo Staib, isso mostra que as companhias não só assumem riscos, como também gerenciam riscos.
Em ramos elementares, a redução do prêmio se deu basicamente pela queda da demanda e pela baixas taxas cobradas neste período caracterizado como “soft market”, diz o estudo. Enquanto o volume de prêmios de ramos elementares caiu 1,9% nos países industrializados; os países emergentes registraram alta de 7,1%.
O cenário para 2009 continua vulnerável, com uma perspectiva de melhora pela redução da pressão nos mercados acionários. Em vida, a expectativa é de estabilidade, com os consumidores poupando mais com receio da crise. Em ramos elementares, a projeção é de redução do volume segurado em razão da recessão econômica em diversos países. A necessidade de recompor capital poderá fazer as taxas do seguro subirem e assim compensar o volume de prêmios perdido com menos bens segurados.
As informações são da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg).
(Redação - Agência IN)
Agência : InvestNews
às 15:59
admin