Arquivo de Novembro de 2009
Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2009 PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, comunica aos seus acionistas que irá efetuar, em 30 de novembro de 2009, o pagamento da 1 parcela da distribuição antecipada de remuneração aos acionistas referente ao exercício de 2009. O pagamento será sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio, no valor de R$ 0,30 por ação ordinária ou preferencial e com base na posição acionária de 03 de julho de 2009, conforme Fato Relevante divulgado ao mercado em 24 de junho de 2009.
Os juros sobre o capital próprio, corrigidos pela taxa SELIC desde a data do efetivo pagamento até o encerramento do respectivo exercício social, deverão ser descontados da remuneração que vier a ser distribuída no encerramento do exercício social de 2009, conforme previsto nos termos dos decretos n 2.673/98 e 3.381/00.
Sobre o valor de R$ 0,30 dos juros sobre o capital próprio incidirá a taxa de 15% de imposto de renda, exceto para o pagamento de acionistas imunes e isentos.
1. INSTRUÇÕES QUANTO AO CRÉDITO
O pagamento será efetuado pelo Banco do Brasil S.A., instituição depositária das ações escriturais.
Os acionistas correntistas do Banco do Brasil S.A., ou de outros bancos, que estejam com o cadastro devidamente preenchido, terão seus direitos creditados automaticamente na sua conta bancária na data do pagamento.
Para os acionistas cujo cadastro não contenha a inscrição de Banco/Agência/Conta Corrente, os direitos somente serão creditados na data da atualização cadastral nos arquivos eletrônicos do Banco do Brasil S.A., por intermédio de suas Agências.
Para as ações depositadas nas Custódias Fungíveis das Bolsas de Valores, o pagamento será creditado nas respectivas Bolsas que, através das corretoras depositantes, encarregar-se-ão de repassá-lo aos acionistas.
Os acionistas possuidores de ações ao portador deverão comparecer a qualquer agência do Banco do Brasil S.A., munidos do CPF, Carteira de Identidade, comprovante de residência e dos certificados com os respectivos cupons, para que as ações sejam convertidas à forma escritural para posterior recebimento dos proventos. Na oportunidade poderão informar os dados bancários para
crédito dos valores em conta-corrente.
Para os American Depositary Receipts (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York NYSE o pagamento se dará através do JPMorgan Chase Bank, N.A., banco depositário dos ADRs. A data de pagamento esperada dos ADRs é dia 7 de dezembro de 2009. Informações e esclarecimentos poderão ser obtidas por intermédio do site www.adr.com.
2. LOCAIS DE ATENDIMENTO
Mais informações poderão ser obtidas através da Central de Atendimento BB pelos telefones 4004-0001 (Capitais e áreas metropolitanas) e 0800-7290001 (demais localidades) ou em qualquer agência do Banco do Brasil S.A. bem como na sede da Petrobras na Av. República do Chile, 65 - 2202-B - Rio de Janeiro ou através do telefone 0800-282-1540
3. OBSERVAÇÕES FINAIS
Os Juros sobre o Capital Próprio não reclamados no prazo de 3 (três) anos, a contar da data do pagamento (14/08/2009), prescreverão e reverterão em favor da empresa (Lei 6404/76, art. 287, inciso II, item a).
Lembramos aos acionistas a importância da conversão das ações ao portador em escriturais bem como a atualização dos seus dados cadastrais, pois o pagamento dos rendimentos somente poderão ser efetuados aos acionistas cujos dados cadastrais estejam atualizados junto ao Banco do Brasil S.A. (Instituição que administra o Sistema de Ações Escriturais da Petrobras). Para
tanto, deverão comparecer a qualquer agência do Banco do Brasil S.A. de posse de seus documentos pessoais (identidade e CPF regular junto à Receita Federal, comprovante de residência e bancário recentes).
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30 de Novembro de 2009 às 16:23
admin
São Paulo, 27 - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que a instituição vai discutir com a Comissão de Valores Mobiliárias (CVM) e outras autoridades regulatórias avanços relativos ao sistema de supervisão e fiscalização dos fundos de investimento. O diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, defendeu em discurso no 5º Seminário da Anbima, em caráter pessoal, que a autoridade monetária passe também a supervisionar esses fundos, o que hoje é matéria exclusiva da CVM.
Os fundos de investimento têm um patrimônio de R$ 1,1 trilhão, o equivalente a 38% do PIB, e estão bastante disseminados como forma de aplicação. em boa parte da sociedade. “O importante é nós avançarmos no processo de integração de informações”, comentou Meirelles. “Esta crise mostrou que a integração de informações é vital. Inclusive, o fato de que no Brasil a fiscalização, regulações e autoridade monetária estão na mesma instituição facilitou muito”, acrescentou.
“Nós já estamos avançando nisso. Existe uma instituição chamada Coremex que envolve a CVM e outros órgãos que regulamentam seguros, etc., e o Banco Central. Isso será discutido no âmbito do Coremex. O que interessa é que nós precisamos de fato ter cada vez mais integração e uma regulação o mais próximo possível da perfeição”.
“Parece pouco plausível que problemas severos em fundos associados a conglomerados financeiros não sejam transmitidos às entidades coligadas, inclusive no que se refere a instituições depositárias”, afirmou o diretor Mário Mesquita, em discurso para um público de executivos financeiros. “Em tais circunstâncias, seria importante que o BC passasse a ter, em conjunto com a CVM, autoridade de supervisão sobre esta indústria, especificamente sobre os fundos que fazem parte de conglomerados financeiros liderados por bancos”, disse.
Fonte: Agência Estado (Ricardo Leopoldo).
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27 de Novembro de 2009 às 17:16
admin
São Paulo, 26 - A quinta-feira tinha tudo para resultar num pregão bem sem graça, por causa do feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, que ao menos cumpriu seu papel de enxugar a liquidez. Mas as notícias vindas do Oriente Médio deram um rumo aos negócios, o de baixa, e a Bolsa de Valores de São Paulo interrompeu três sessões de ganhos.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa brasileira, recuou 2,25%, aos 66.391,80 pontos. Na mínima do dia, registrou 66.236 pontos (-2,48%) e, na máxima, os 67.911 pontos (-0,01%). No mês, acumula elevação de 7,88% e, no ano, de 76,81%. O giro financeiro totalizou R$ 3,868 bilhões. Os dados são preliminares.
A notícia que conduziu os negócios hoje era velha: desde ontem era conhecido que a empresa estatal de investimentos Dubai World, com passivos de quase US$ 60 bilhões, vai pedir uma paralisação por seis meses no pagamento de sua dívida. Mas hoje, sem agenda nos EUA, os investidores tiveram tempo e espaço para dar a devida importância ao assunto. E os temores são de que um possível default na dívida pelo conglomerado possa desencadear perdas em outras praças financeiras como Ásia e Europa, onde estariam
empresas e instituições financeiras com maior exposição ao país dos Emirados Árabes.
Na Europa, a reação foi de queda acentuada aos papéis, puxada justamente pelo setor financeiro. Em Londres, o índice FT-100 caiu 3,18%, aos 5.194,13 pontos, mas a bolsa local teve as negociações suspensas por mais de três horas devido a problemas técnicos; em Paris, o índice CAC-40 recuou 3,41%, aos 3.679,23 pontos; em Frankfurt, o índice Dax-30 perdeu 3,25%, aos 5.614,17 pontos; em Madri, o índice Ibex-35 caiu 2,58%, aos 11.657,50 pontos.
Na avaliação do economista José Góes, da Win Trade, a notícia é desagradável e a memória da crise está recente. Há, segundo ele, possibilidade de a coisa virar uma bola de neve, embora ele não acredite nisso. “Há chance de isso iniciar um processo mais grave, mas ainda é cedo para dizer”, avaliou.
Hoje, a seu ver, a notícia abriu espaço para a Bovespa devolver parte dos mais de 80% de ganhos acumulados em 2009 até ontem. Ele acredita que a Bovespa até pode continuar realizando lucros, mas nada com muita severidade. “Vai dar uma boa chance de compra e dar um gás para o final do ano”, avaliou.
A aversão a risco desencadeada no exterior puxou as commodities para baixo e levou a Bovespa a uma queda praticamente generalizada. Petrobras ON caiu 2,79%, Petrobras PN, -2,53%, Vale ON, -2,98% e Vale PNA, -2,05%.
No setor financeiro, Bradesco PN recuou 2,23%, Itaú Unibanco PN, 3,27%, BB ON, 2,08%. Panamericano PN caiu 6,45%. Hoje, o banco confirmou que está em negociação com a Caixa Econômica Federal para a venda de 49% do capital social votante e 20% do capital não votante - resultando em uma participação total de aproximadamente 35% do capital social. O preço ainda não foi definido, conforme fato relevante entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Fonte: Agência Estado (Claudia Violante).
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26 de Novembro de 2009 às 18:12
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São Paulo, 26 - O dólar comercial subiu 1,39% hoje e fechou as negociações cotado a R$ 1,75 no mercado interbancário de câmbio. Apesar da alta, no acumulado do mês a moeda americana registra baixa de 0,34% e do ano, queda de 25,05%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançou 1,49% no dia e fechou o pregão a R$ 1,7507.
Em meio à liquidez reduzida por causa do feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, a valorização externa do dólar e as dúvidas de investidores locais sobre as possíveis deliberações da reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) ampararam um salto das cotações no mercado interbancário até R$ 1,7550 durante a sessão vespertina. O encontro do CMN começou às 15 horas e terminou 13 minutos depois e como seus integrantes não votaram medidas relacionadas ao câmbio, como temia o mercado, o dólar desacelerou. Ainda assim, a cotação sustentou-se no nível de R$ 1,75. A taxa mínima registrada durante o dia ficou em R$ 1,732.
De acordo com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o CMN não colocou em pauta nenhum voto relacionado ao câmbio. “O BC não trouxe nenhum voto relacionado a isso, quem sabe na próxima reunião”, disse o ministro. A próxima reunião do CMN está marcada para o dia 17 de dezembro. Bernardo informou ainda que foram aprovados oito votos hoje, sendo uma parte deles para o setor agrícola.
No leilão de compra de dólar realizado no fim da manhã, o Banco Central fixou a taxa de corte das propostas em R$ 1,738. A autoridade monetária informou à tarde que as reservas internacionais do País subiram US$ 514 milhões ontem, para US$ 237,312 bilhões no conceito de liquidez internacional.
No exterior, o feriado norte-americano também reduziu os negócios nos mercados e os investidores ficaram na defensiva. Isso por causa dos temores de inadimplência no pagamento da dívida do conglomerado Dubai World, que pertence ao governo de Dubai. O conglomerado Dubai World anunciou que vai paralisar por seis meses o pagamento de sua dívida, que totaliza US$ 60 bilhões, e não está ainda claro qual será a parcela desse montante atingida pela paralisação dos pagamentos. Sabe-se, no entanto, que a decisão abrange mais de US$ 3,5 bilhões em bônus emitidos pela unidade de ativos imobiliários do grupo, a Nakheel. Analistas tentavam dimensionar hoje o possível efeito do anúncio sobre grandes bancos mundiais.
A DP World, quarta maior operadora de portos do mundo e na qual a Dubai World tem uma fatia de 77%, está fora da interrupção dos pagamentos. A brasileira Odebrecht é parceira da DP World na compra de uma participação majoritária na Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport), porto que está sendo construído em Santos.
Fonte: Agência Estado (Silvana Rocha).
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às 17:15
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São Paulo, 26 - A Embraer demitiu, neste ano, cerca de 600 metalúrgicos de sua fábrica em São José dos Campos, conforme levantamento do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. O balanço não considera o corte de cerca de 4.200 trabalhadores em todas as unidades da fabricante de aeronaves, realizado em fevereiro. Segundo o sindicato, que fez seu levantamento com base nos pedidos de omologação entre janeiro e novembro, “somente nesta semana a Embraer já pediu o agendamento de 50 a 70
homologações”.
A entidade calcula que, se forem consideradas as demissões de outras categorias, como engenheiros e administrativos, o número de demitidos pode ser ainda maior. De acordo com o sindicato, a Embraer possui cerca de 11.700 trabalhadores em sua fábrica em São José dos Campos.
O sindicato protocolou ontem uma carta pedindo que seja marcada uma reunião com o diretor-presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, para discussão sobre a manutenção de postos de trabalho e redução da jornada sem redução de salário e sem banco de horas.
Procurada pela Agência Estado, a Embraer afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não havia representantes da empresa para comentar o assunto. A fabricante de aviões não confirmou nem desmentiu as 600 demissões.
Fonte: Agência Estado (Michelly Chaves Teixeira).
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às 15:43
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São Paulo, 26 - Depois de perder a disputa do Ponto Frio para o Pão de Açúcar na reta final, o Magazine Luiza começou a preparar um plano de capitalização, que pode culminar finalmente na abertura de capital da companhia. Há um mês, a rede de varejo de Franca contratou um dos executivos responsáveis pelo IPO da Visanet (atual Cielo) - a maior oferta inicial de ações feita no País neste ano - para tocar esse projeto.
“Ninguém vai assistir de braços cruzados ao ataque da concorrência. Acredito que um movimento desse (a compra do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar) catalise uma capitalização, que pode ser um IPO, a entrada de um fundo de private equity, uma emissão de debêntures, entre outras alternativas que existem”, afirma Vitor José Fabiano, o novo diretor financeiro do Magazine Luiza. “Um boom no varejo pode acelerar esse processo, mas a preparação da companhia deve levar pelo menos 12 meses.”
Há anos o Magazine Luiza anuncia sua pretensão de abrir o capital. Mas a empresa nunca se preparou de fato para vender suas ações na Bolsa de Valores. A chegada de Fabiano deixa esse rumo mais definido.
“É necessário que se coloque em prática medidas de governança corporativa, de processos, de gestão, de sistemas. E quanto melhor você prepara, melhor sai o IPO. Na Visanet, esse processo levou mais de dois anos. Aqui, vai passar pelo mesmo caminho”, diz Fabiano. “Primeiro, a gente precisa arrumar a casa para uma capitalização, e só depois vamos definir como será o crescimento - se abrindo lojas ou fazendo aquisições.”
A urgência desse plano teria ficado clara com a perda do Ponto Frio. Logo após a aquisição, o presidente do Pão de Açúcar, Claudio Galeazzi, declarou que pesou a favor o fato de o grupo contar com papéis de alta liquidez em Bolsa. A primeira parte do pagamento, de R$ 373,4 milhões, foi paga à vista, com recursos do caixa do grupo. A segunda, de R$ 451,1 milhões, foi feita com ações da rede.
Segundo fontes do mercado, essa iniciativa de capitalização do Magazine Luiza teria sido fruto da pressão do Capital Group, fundo americano que em 2005 comprou uma participação de 12,36% na rede de varejo. Como em qualquer operação do gênero, há data de saída. E o IPO ou a venda total ou parcial da empresa para outro grupo costumam ser as formas de “desinvestimento”.
Há quatro anos, o Capital Group pagou cerca de US$ 70 milhões (R$ 170 milhões na cotação da época) para ficar as ações da rede. O valor, hoje, é considerado alto pelo mercado. As projeções de retorno feitas na ocasião não teriam se concretizado, segundo fontes que acompanham o negócio.
Nas últimas semanas, chegaram a circular rumores de uma eventual venda do Magazine Luiza para o Grupo Silvio Santos. A informação é negada. Procurado, o representante do Capital Group para a América Latina, Guilherme Lins, não pôde se manifestar sobre o assunto.
Tímida
Quando o Magazine Luiza entrou na disputa pelo Ponto Frio, muita gente se perguntou de onde viria o dinheiro para bancar a aquisição da segunda maior rede de varejo de eletroeletrônicos do país. De acordo com fontes próximas ao Magazine Luiza, o Capital Group estaria disposto a pagar boa parte da conta. O objetivo era ter ações numa empresa de maior liquidez, o que facilitaria sua “saída”. A aquisição do Ponto Frio era uma estratégia mais defensiva para o Magazine, já que havia sobreposição entre várias lojas das duas redes.
A atuação do fundo ainda é tímida no País. Além do Magazine, a divisão de private equity do Capital Group tem participação na São Teófilo - um veículo de investimento que detinha participação na Aracruz - e na Arcos Dorados, grupo argentino detentor da licença exclusiva da operação da rede de fast food McDonald’s na América Latina, incluindo o Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado (Patrícia Cançado).
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às 14:29
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São Paulo, 26 - Em um dia de feriado no mercado de ações nos Estados Unidos, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em baixa desde a abertura do pregão. Às 12h56, o índice Bovespa (Ibovespa) cedia 1,75%, aos 66.730, na mínima do dia. Até aquele momento, já havia sido negociado um volume de R$ 1,334 bilhão. As blue chips também apresentavam baixa: os papéis ordinários (ON) e preferenciais (PN) da Petrobras caíam 1,90% e 1,75%, respectivamente, enquanto as ações da Vale recuavam 1,98%. As principais bolsas europeias também operavam em baixa.
No mercado interbancário de câmbio, o dólar comercial estava na máxima do dia naquele horário, negociado a R$ 1,747, em alta de 1,22%. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista subia 1,12% ante o real, cotado a R$ 1,744.
Fonte: (Equipe AE)
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às 14:18
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