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SLW mantém carteira para semana

SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - A carteira recomendada semanal da SLW Corretora de Valores e Câmbio está inalterada em relação a semana passada. As ações são as seguintes: UOL (UOLL4), Braskem (BRKM5), Copel (CPLE6), CCR Rodovias (CCRO3) e Itaú Unibanco (ITUB4).

Hoje, as ações preferenciais do UOL terminaram a sessão em baixa de 1,39%, negociadas a R$ 7,09. As preferenciais série A da Braskem perderam 4,79%, para R$ 7,15, enquanto que as preferenciais série B da Copel desvalorizaram 1,76%, cotadas a R$ 29,50. Já as ordinárias da CCR e preferenciais do Itaú Unibanco encerraram em queda de 3,66% e 3,44%, respectivamente.

(Redação - IN)

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SLW lista cinco ações em sua carteira top picks para esta semana

SÃO PAULO - A SLW Corretora monta sua carteira recomendada selecionando cinco ações que devem apresentar bom desempenho nesta primeira semana de maio. O portfólio manteve as presenças de Net, Perdigão e PDG, incluindo os ativos da Petrobras e Gerdau.

Confira a carteira:

slw 5 5 2009 1 - slw 5 5 2009 1

Principais drivers

Petrobrás
Na opinião da SLW, os ativos da estatal devem seguir o desempenho das commodities, que tendem a se recuperar. Vale ressaltar que as ações da petrolífera têm sido afetadas pelos rumores da redução do preço dos combustíveis e a aproximação da divulgação do novo marco regulatório para a região do pré-sal, fatos que não deverão estar em pauta por enquanto.

Perdigão
A corretora recomenda a compra de ações da Perdigão tendo em vista o benefício potencial que a companhia deve ter com a possível redução nos impostos sobre a venda de carnes bovinas, o que deve aumentar suas receitas devido à diminuição nos preços dos produtos finais. Ademais, a confirmação por parte da companhia de que negocia fusão com a Sadia deve ser um importante driver de curto prazo.

Net
Mesmo após a recuperação expressiva das ações da companhia na semana passada, a corretora mantém sua recomendação tendo em vista que a empresa, ao longo do tempo, deve compensar os efeitos negativos das atuais decisões da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre suas receitas.

PDG Realty
Com os esforços dos bancos e do Governo em impulsionar o setor habitacional, as ações do segmento como um todo mostraram recuperação forte. Outro fator favorável para a incorporadora é que a parcela de baixa renda, em que atua através da Goldfarb, deve crescer nos próximos anos.

Gerdau
De acordo com os analistas, a recuperação da indústria chinesa e o anúncio do seu governo de um crescimento de 7% esperado para o PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre alimentam as expectativas para o setor de mineração e siderurgia. Além disso, os papéis da companhia são os mais descontados do segmento.

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Adicionar comentário 5 de Maio de 2009 às 20:23 admin

Planner Corretora recomenda dez ações para o mês de maio

SÃO PAULO - A Planner Corretora divulgou a sua carteira sugerida para o mês de maio, contendo os dez ativos que considera os mais interessantes para investir no período.

Em comparação com o portfólio recomendado para abril, ocorreram quatro mudanças: as ações de Bradesco, Telesp, Transmissão Paulista e AmBev cederam lugar às de Itaú Unibanco, Telemar Norte Leste, Cemig e OHL Brasil.

Dentre as ações listadas na carteira de mês de abril, apenas a Gerdau conseguiu superar o Ibovespa, com valorização de 21,71%, frente a avanço de 15,55% do principal índice da bolsa paulista. A evolução total do portfólio mensal da corretora foi de 8,75%.

Confira a carteira sugerida:

planner 5 5 2009 - planner 5 5 2009

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Socopa mantém 11 ações em sua carteira para a primeira semana de maio

SÃO PAULO - A corretora Socopa divulga sua carteira recomendada para a primeira semana de maio, que permanece inalterada com relação a da semana anterior. Ela ressalta que busca listar as melhores opções dentre os ativos negociados na BM&F Bovespa, ponderando os riscos e retornos.

Para esta semana, a corretora sinaliza importantes acontecimentos, como a divulgação dos resultados dos testes de estresse, prevista para ocorrer na próxima quinta-feira (7). Além da possibilidade da General Motors entrar em concordata.

No âmbito internacional, a corretora aponta ainda a melhora da atividade industrial chinesa, através do índice PMI. Já nos Estados Unidos, a divulgação de indicadores econômicos melhores que os esperados contribuiu para o cenário otimista. A Socopa ressalta os dados referentes a março sobre a construção civil norte-americana, que teve avanços.

Confira a carteira:

socopa 5 5 2009 - socopa 5 5 2009

Confira a carteira:

Bradesco
A Socopa acredita que as instituições financeiras nacionais conseguirão contornar o problema de escassez de crédito internacional e que o Banco Central está tomando as medidas necessárias para dar maior liquidez ao mercado. Ademais, os bancos brasileiros estão bem capitalizados e o sistema é regulado.

Gerdau
Apesar da exposição ao mercado externo ter afetado as margens operacionais da empresa, a Socopa analisa que os impactos da desaceleração da economia norte-americana já estão precificados nas ações da Gerdau.

CSN
Com a venda de 40% na Namisa, a CSN apresenta uma posição financeira privilegiada diante de um cenário de retração do crédito no mercado. Além disso, os negócios na área de minério de ferro devem sustentar a receita e as margens da empresa neste ano.

Itaú Unibanco
Os papéis do banco se mostraram em linha com as expectativas da corretora. Ademais, o setor financeiro apresenta desconto em relação ao restante do mercado, apesar da crise financeira. A consolidação entre as instituições deve fortalecer o setor.

Copel
Apesar do risco político implícito nas precificações, os papéis da empresa estão baratos. Além disso, a Copel tem boa exposição à curva de preços de energia mais altos nos próximos anos.

Lojas Renner
A Lojas Renner é uma das maiores redes do Brasil, além disso, é voltada para a classe média da população e se concentra, em sua maioria, em shoppings centers de quase todo o território nacional.

Cemig
A inflação acumulada entra no reajuste das tarifas de distribuição de energia. Além disso, os contratos de venda da companhia são indexados ao IGP-M, que acumulou um aumento de mais de 15% nos últimos 12 meses. Acredita-se, também, que a energia fique mais cara nos próximos anos.

OdontoPrev
A empresa lidera o processo de consolidação em um mercado de baixa penetração. A corretora enxerga que suas aquisições “possibilitarão ganhos de sinergia e diluição dos custos fixos no longo prazo”. Seu fluxo de caixa previsível faz do seu papel um investimento defensivo.

Perdigão
A Socopa considera que a empresa está bem posicionada no mercado, além de possuir uma grande variedade de produtos. Ademais, as quedas dos preços das commodities reduzirão a pressão dos custos e melhorarão as margens operacionais da Perdigão.

Petrobras
A corretora acredita que novas descobertas podem ser divulgadas no médio prazo. Destaque para o bom desempenho da produção de 2008 e para as metas de produção de petróleo, que fazem da companhia um bom investimento.

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Ativa lista cinco ações que devem mostrar bom desempenho nesta semana

SÃO PAULO - A corretora Ativa divulgou sua carteira semanal, listando cinco ações que acredita serem promissoras para os próximos dias.

Vale
A instituição aposta nas ações da mineradora tendo em vista a retomada da atividade industrial na China verificada no mês de abril, esperando também alguma indicação positiva para o curto prazo vinda dos resultados trimestrais que serão anunciados na próxima quarta-feira (6).

Eletropaulo
Considerada opção defensiva, as ações da companhia vêm sendo negociadas em bolsa com múltiplos defasados em relação a seus pares do setor. Além disso, apresenta diversificada base de clientes e fluxo de dividendos robusto.

BM&F Bovespa
Também vem sendo negociada com desconto em seu setor, com expectativa de crescimento na geração de receitas, resultante da nova política de preços adotada e do acordo com o CME Group.

Vivo
A equipe de analistas espera continuidade para o expressivo avanço das receitas na comparação ano a ano, e projeta que a divulgação de resultados relativos ao primeiro trimestre deste ano - que acontecerá nesta sexta-feira - reserva bons números aos investidores.

Iguatemi
Outra opção defensiva, uma vez que suas receitas de aluguel são ajustadas pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado). Os analistas também alertam para o fato de que as ações da empresa têm sido negociadas com desconto na comparação com outras ligadas ao varejo.

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Ibovespa tem maior avanço mensal em mais de 4 anos, além da oitava alta semanal

SÃO PAULO - Delineada por referências díspares na cena corporativa e bons indicadores econômicos na agenda, a quinta-feira (30) foi de instabilidade para os mercados externos. Wall Street não resistiu ao pedido de concordata da Chrysler e fechou com instabilidade. Já por aqui, o Ibovespa encontrou espaço no fôlego de imobiliárias, varejistas e Vale para subir 0,13% - segundo pregão consecutivo de ganhos.

Com o desempenho positivo desta sessão, o índice acumulou valorização de 15,55% em abril, o melhor desempenho mensal desde fevereiro de 2005. De quebra, o saldo positivo da semana ficou em 1,11%, configurando assim o oitavo avanço semanal consecutivo. Não bastassem tais marcas, o índice cravou 47.289 pontos, renovando novamente o maior patamar desde o dia 1 de outubro do ano passado. O volume financeiro ficou em R$ 5,33 bilhões nesta sessão.

Concordata, resultados e agenda
Em pronunciamento realizado nesta sessão, o presidente dos EUA anunciou que a Chrysler entrará com pedido de concordata, após fracassar nos planos de reestruturação de sua dívida. Obama também anunciou a assinatura da parceria entre a montadora e a italiana Fiat, o que “não apenas ajudará a Chrysler a sobreviver, mas também a prosperar”. Também pesando para o lado negativo, o lucro da gigante Exxon Mobil apresentou a maior queda desde 2002.

Em contrapartida, a Visa apresentou lucro líquido de US$ 536 milhões no decorrer de seu segundo trimestre fiscal, montante cerca de 71% superior àquele mostrado no mesmo período do ano passado. A Starbucks, por sua vez, viu seu lucro declinar mais de 75%. No entanto, a queda foi menor do que a projetada pelos analistas. Os ativos da primeira tiveram ganhos de 2,28% e os da segunda de 5,62%.

Os indicadores favoráveis sobre a economia norte-americana também contribuíram para o clima positivo em Wall Street. A atividade industrial na região de Chicago ficou acima do esperado pelo mercado em abril, enquanto o número de pedidos por auxílio-desemprego ficou abaixo das expectativas dos analistas na última semana.

Vale, imobiliárias e varejistas
Resistindo à instabilidade verificada nos índices acionários norte-americanos, o Ibovespa contou com o fôlego dos papéis de imobiliárias, varejistas e Vale. O bom desempenho do setor de papel e celulose também contribuiu para os ganhos da bolsa brasileira.

Os papéis da Lojas Renner se destacaram entres o ganhos do setor de consumo e varejo nesta sessão. A empresa registrou lucro líquido de R$ 10,9 milhões no período, cifra 56,7% menor que a contabilizada no primeiro trimestre de 2008. Os números agradaram e os papéis da empresa ficaram com a maior alta do índice.

Nesta mesma linha, os ativos da B2W se destacaram entre os ganhos da sessão, influenciados pela redução da Selic, trazendo a perspectiva de queda nos juros e estímulo ao consumo. As ações da Rossi Residencial também apareceram entre as principais altas, com impulso do corte de 100 pontos-base na Selic anunciado na véspera.

Já no lado negativo do benchmark se destacaram as ações da Cyrela, que se ajustaram aos expressivos ganhos da véspera, quando os ativos da companhia ficaram entre as principais valorizações do índice.

As maiores altas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

maioresaltas 1 - maioresaltas 1

As maiores baixas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

maioresbaixas 1 - maioresbaixas 1

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o índice Bovespa, foram:

maisnegociadas 1 - maisnegociadas 1

Dólar cai

Após duas quedas consecutivas, o dólar comercial fechou nesta quinta-feira em alta de 0,46%, sendo cotado a R$ 2,183. Mesmo com essa alta, a moeda norte-americana fechou a semana desvalorizada em 0,41% frente ao real - já que na próxima sessão o mercado entra em recesso pelo feriado do dia mundial do trabalho - e encerra abril com forte baixa de 5,58%.

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Adicionar comentário 30 de Abril de 2009 às 18:21 admin

SLW sugere cinco ações em carteira para esta semana, com algumas novidades

SÃO PAULO - A SLW Corretora monta sua carteira recomendada selecionando cinco ações que devem apresentar bom desempenho nesta última semana de abril. O portfólio manteve apenas as presenças de Net e Perdigão, acompanhadas das ações de PDG Realty, Redecard e Fertilizantes Heringer, as três novidades da lista.

A corretora aproveita e destaca a importância dos indicadores a serem anunciados nestes dias, como a expectativa no Brasil de que o Copom (Comitê de Política Monetária) decida por cortar a Selic em 100 pontos-base e, nos EUA, de que a reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), que também acontecerá nesta terça-feira (28), reafirme a política de juro do país.

Confira abaixo as recomendações:

slw carte recomendada - slw carte recomendada

Fertilizantes Heringer
A empresa, cujo market share vem aumentando, divulgou resultados fracos para o primeiro trimestre, mas melhores que os referentes ao quarto trimestre do ano passado. Dessa forma, suas ações devem apresentar um bom desempenho no curto prazo, segundo os analistas da SLW.

Perdigão
A corretora recomenda a compra de ações da Perdigão tendo em vista o benefício potencial que a companhia deve ter com a possível redução nos impostos sobre a venda de carnes bovinas, o que deve aumentar suas receitas devido à diminuição nos preços dos produtos finais. Ademais, a confirmação por parte da companhia de que negocia fusão com a Sadia deve ser um importante driver de curto prazo.

Net
Mesmo após a recuperação expressiva das ações da companhia na semana passada, a corretora mantém sua recomendação tendo em vista que a empresa, ao longo do tempo, deve compensar os efeitos negativos das atuais decisões da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre suas receitas.

PDG Realty
Com os esforços dos bancos e do Governo em impulsionar o setor habitacional, as ações do segmento como um todo mostraram recuperação forte. Outro fator favorável para a incorporadora é que a parcela de baixa renda, em que atua através da Goldfarb, deve crescer nos próximos anos.

Redecard
Com excelente resultado no primeiro quarto do ano, com indicadores crescentes, a Redecard confirma a maré positiva atravessada pelo setor de cartões de crédito no Brasil.

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Ação da Randon lidera recomendações em carteiras de small caps

SÃO PAULO - As ações da Randon receberam o maior número de recomendações nas carteiras de small caps dos analistas para abril, segundo levantamento realizado pela InfoMoney que incluiu quatro portfólios sugeridos por corretoras.

As quatro carteiras recomendadas de papéis de empresas de menor porte selecionadas neste mês são de: Fator, Omar Camargo, Senso e SLW.

Crise não ameaça Randon
Das quatro instituições, três listaram os papéis da Randon em suas sugestões. De um modo geral, o otimismo dos analistas é sustentado pela manutenção das expectativas favoráveis para 2009, na medida em que confiam na capacidade da companhia de atravessar a crise sem perdas substanciais em suas operações.

A equipe da SLW, por exemplo, acredita que, apesar da forte redução da atividade em 2008, a Randon deve ter um ano proveitoso em 2009. Os sinais de melhora da demanda por caminhões e a expectativa da renovação da frota brasileira propiciam boas projeções por parte da instituição, que aposta que a empresa retomará seus negócios de forma mais consistente já neste segundo trimestre.

A Socopa, por sua vez, afirma que a Randon reporta boa geração de caixa e tem condições de superar as turbulências recentes sem maiores contrações em suas atividades, ao passo que a Coinvalores prefere elogiar os sólidos resultados da companhia no ano passado, além de lembrar que suas ações estão excessivamente penalizadas ante seus pares.

Para este ano, cabe lembrar que a empresa divulgou que espera obter um faturamento bruto de R$ 4 bilhões e vendas líquidas consolidadas de R$ 2,8 bilhões, expectativas julgadas adequadas pela SLW. Paralelamente, os investimentos praticados no período devem atingir US$ 130 milhões e as exportações US$ 240 milhões, informou a Randon.

Segundo lugar dividido
Na segunda colocação, com duas recomendações, aparecem empatados os papéis de Duratex, Equatorial e Localiza. Para a empresa de materiais de construção civil, boa parte do otimismo se apóia na expectativa de que ela deverá manter sua trajetória de crescimento nos próximos anos. Além disso, os benefícios com as medidas governamentais referentes ao sistema habitacional também são destacados.

A Equatorial, por sua vez, segue sendo apontada como uma boa opção de investimento devido aos robustos dividendos e à expectativa de manutenção dos bons resultados em 2009. Além disso, a empresa possui um bom nível de caixa e continuará prospectando oportunidades de investimentos nos segmentos de distribuição e geração, afirma a equipe da Ativa.

Já com relação às ações da Localiza, prognóstico favorável reflete o bom posicionamento da empresa no setor, além das boas perspectivas de crescimento para os próximos anos. Para a SLW, o desempenho da companhia em 2009 deve ser impulsionado pela maior demanda por aluguel de frotas, fruto da terceirização das frotas das empresas na busca por custos menores.

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MORGAN STANLEY RECOMENDA REALIZAR LUCROS COM ADRS DE PETROBRAS

O Morgan Stanley soltou relatório hoje no qual recomenda que os investidores realizem lucros com os ADRs de Petrobras, diante da possibilidade de corte do preço do diesel no Brasil. A casa, no entanto, manteve sua recomendação para o papel em equal-weight e o preço-alvo em US$ 30,00 o ADR. Há instantes, as ações preferenciais da Petrobras recuavam 2,39% e pesavam no Ibovespa, que perdia 1,14%, aos 44.901 pontos. Os ADRs operavam em baixa de 2,99% em Nova York.

A instituição ponderou no relatório que o diesel representa cerca de 30% das receitas domésticas da estatal. Além disso, o diesel atualmente estaria sendo vendido com um prêmio próximo de 75% sobre os preços nos Estados Unidos. “Assumindo um corte de 10% no preço na refinaria, ou 8% ao consumidor final, projetamos uma queda de 6,33% do lucro por ação em 2009, de US$ 2,21 para US$ 2,07, e de -13,36% para 2010, de US$ 2,17 para US$ 1,88 por ação”, escreveu o analista Subhojit Daripa.

Para o Morgan Stanley, é provável que o preço do diesel seja reduzido, uma vez que representa de 40% a 50% dos custos de frete e o governo está envolvido em um esforço de reativar a economia.

Daripa ressaltou, ainda, que um corte da ordem de 10% do diesel não representa uma ameaça para o plano de investimentos da estatal, uma vez que os elevados preços do petróleo no mercado internacional devem garantir o fluxo de caixa necessário para custear os investimentos.(Lucia Kassai)

Fonte: AE Broadcast

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AÇÕES DA PETROBRAS PRECIFICAM POTENCIAL DE EXPANSÃO ATÉ 2020

O Credit Suisse divulgou relatório há pouco em que avalia que o preço atual das ações da Petrobras já incorpora integralmente o potencial de crescimento da estatal até 2020 (inclusive os projetos do pré-sal), com base nas diretrizes apresentadas no último plano estratégico 2009-2013 da petrolífera. “Nós acreditamos que o mercado precificou o melhor cenário para a Petrobras até o momento”, afirmaram os analistas Emerson Leite e Vinicius Canheu. Às 12h15, os papéis PN da estatal eram negociados a R$ 29,83, queda de 2,20%.

Para os analistas, as ações da Petrobras são negociadas a um múltiplo de 19,4x na relação preço sobre lucro (P/L), acima dos pares no setor de petróleo. “O múltiplo atual de 19,4x equivale a 11x o P/L em 2020 trazido a valor presente”, projetaram os analistas. Na visão dos especialistas, os investidores pagam um valor elevado pelas ações da estatal. “Os investidores se sentem confortáveis pagando pelas ações da Petrobras por causa das melhores perspectivas de crescimento do que os seus pares. Enquanto não nos opomos a esta visão, nós acreditamos que os investidores estão pagando em excesso pelo crescimento”, disseram.

Para chegar a essa conclusão, os analistas utilizaram como base as seguintes premissas: as metas agressivas da Petrobras de produção de óleo e gás; o preço do barril do petróleo no longo prazo na faixa de US$ 70 (que é 40% do preço spot atual e em linha com as cotações do barril nos contratos futuros); o declínio nos custos de refino; e as projeções agressivas de investimentos. Para 2020, o Credit Suisse projeta um preço-alvo de US$ 32 para os ADRs da Petrobras. O preço-alvo ao final deste ano para as ADRs é de US$ 26.

Apesar de avaliar que o potencial de crescimento da Petrobras nos próximos anos já está totalmente precificado pelo mercado nas cotações atuais da companhia, o Credit Suisse não reviu o preço-alvo para os ADRs e nem a avaliação para o papel, mantendo a recomendação em “neutral”. Às 12h25, os ADRS eram negociados na Bolsa de Nova York em US$ 34,29, queda de 2,34%. (Wellington Bahnemann)

Fonte: AE Broadcast

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