OSX ENTRA COM PEDIDO DE OFERTA PRIMÁRIA DE AÇÕES NA CVM

São Paulo, 27 - A OSX Brasil protocolou hoje na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de registro de oferta pública de ações ordinárias. A operação será primária, ou seja, os recursos vão para o caixa da companhia, que fornece equipamentos e serviços para a indústria de petróleo e gás e está em fase pré-operacional.

Conforme informações do prospecto preliminar, a oferta será destinada exclusivamente a investidores qualificados - que possuam pelo menos R$ 300 mil em investimentos. O Credit Suisse é o coordenador líder da operação, ao lado do Itaú BBA.

A OSX é a quinta empresa controlada pelo empresário Eike Batista a realizar oferta de ações na Bolsa. O empresário tinha antecipado, no ano passado, seu interesse em abrir o capital da OSX.

Fonte: (Equipe AE)

Adicionar comentário 27 de Janeiro de 2010 às 11:28 admin

FORA DA DISPUTA, AÉCIO REJEITA SER VICE DE SERRA

Belo Horizonte, 05 - Dizendo-se pré-candidato ao Senado pelo PSDB de Minas Gerais, o governador Aécio Neves (PSDB) afirmou hoje que a decisão de se retirar da disputa pela indicação como presidenciável tucano deixa claro que o governador de São Paulo, José Serra, será o nome do partido em 2010. Aécio voltou a defender que a definição do candidato presidencial ocorra o quanto antes e novamente assegurou que não cogita a hipótese de ser vice numa chapa puro-sangue.

“Acho que no momento em que eu me afasto dessa disputa, é claro que começa haver uma clareza maior em relação a quem será o candidato do partido. Não cabe a mim antecipar isso, cabe ao candidato. Mas eu acho que naturalmente essa minha saída facilita esse embate, facilita esse contraponto que nós vamos estabelecer em relação ao governo”, afirmou Aécio. Serra tem se mantido firme na estratégia de só decidir sobre sua virtual candidatura no fim de março.

Aécio avalia também que o partido precisa ter posições “mais claras em relação a diversos temas”, para o enfrentamento da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tentar transformar a eleição em uma disputa plebiscitária entre sua gestão e a
do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na visão do governador de Minas, trata-se de uma “comparação equivocada”. Segundo ele, o grande mérito do governo Lula foi a “continuidade” da gestão FHC em “questões fundamentais”, como a condução da política macroeconômica e o “aprofundamento” das políticas sociais. “Por mais que alguns petistas não gostem”.

Aécio, no entanto, destacou que não pretende influir no processo de definição do candidato tucano e que essa responsabilidade agora cabe exclusivamente à direção do partido.

Ele anunciou que nas próximas semanas iniciará um périplo por todas as regiões do Estado, vistoriando obras ao lado do vice-governador Antônio Anastasia (PSDB). “Eu serei, no momento em que o candidato (à Presidência) do PSDB for definido, um soldado à sua disposição, com absoluta lealdade, mas mergulhado nas questões de Minas”.

Fonte: Agência Estado (Eduardo Kattah e Raquel Massote).

Adicionar comentário 5 de Janeiro de 2010 às 19:07 admin

MESA AIR, QUE DEVE US$ 42 MILHÕES À EMBRAER, PEDE CONCORDATA NOS EUA

Nova York, 05 - A retração na indústria aérea fez sua primeira vítima nos Estados Unidos em mais de um ano. A Mesa Air Group entrou hoje com um pedido de concordata no Tribunal de Falências do Distrito do Sul de Nova York. A companhia, com sede em Fênix, pretende reduzir o número de aeronaves de sua frota,
mas continuará as operações normalmente, depois de ter falhado em fazer um acordo, fora dos tribunais, com fabricantes de aviões e outras partes.

A canadense Bombardier e a brasileira Embraer estão listadas como as duas maiores credoras da Mesa, que possui dívida de US$ 133 milhões e US$ 42 milhões, respectivamente, com as fabricantes de jatos regionais.

A Mesa, que já foi uma das mais inovadoras companhias de transporte aéreo regional, tem sido pressionada por conta de disputas judiciais e de uma joint venture com a China, que foi abortada. As companhias aéreas regionais operam principalmente sob o nome de companhias maiores e têm sofrido com contratos mais onerosos e abandono de jatos regionais. Centenas de aviões estão estacionados no deserto.

A Mesa tem uma frota de 178 aeronaves e opera rotas em nome da United Airlines - uma unidade da UAL Corp -, da Delta Air Lines e da US Airways Group. A companhia também voa para o Havaí sob sua própria bandeira e como Go! Mokulele, embora a segunda unidade não esteja incluída no pedido de concordata. A
Mesa já estacionou 52 aviões e planeja eliminar outras 25 aeronaves de sua frota até maio.

Hoje, a Mesa informou que planeja eliminar o excesso de aviões de sua frota, uma vez que continua a enfrentar dificuldades nos negócios. “Ao longo dos últimos dois anos, trabalhamos de perto com companhias de arrendamento, credores e outras partes, para reestruturar nossas obrigações financeiras”, disse Jonathan
Ornstein, presidente e executivo-chefe da companhia, em nota.

A companhia aérea regional pediu concordata principalmente para romper os contratos de leasing de 130 aeronaves de sua frota, das quais não precisa mais, disse Ornstein. A Mesa disse ainda que espera acelerar a conclusão de um processo com a Delta, no qual a companhia regional está buscando uma indenização
de mais de US$ 70 milhões.

As grandes companhias aéreas americanas reduziram os voos regionais para cortar custos e buscaram renegociar os contratos para pagar tarifas menores para suas transportadoras regionais. A Mesa transportou 11,2 milhões de passageiros em 2008, de um total de 13 milhões em 2007.

No período de nove meses encerrado em 30 de junho de 2009, no mais recente relatório financeiro a Mesa registrou um prejuízo líquido de US$ 24,2 milhões, após ter obtido lucro no ano de 2008. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado (Suzi Katzumata)

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PRINCIPAIS BOLSAS EUROPEIAS FECHAM SEM DIREÇÃO COMUM; CONFIRA OS ÍNDICES

São Paulo, 05 - Os principais índices de ações do mercado europeu fecharam o pregão de hoje sem direção comum. A Bolsa de Londres subiu 0,40% e a Bolsa de Madri avançou 0,49%, enquanto a Bolsa de Paris caiu 0,03% e a Bolsa de Frankfurt perdeu 0,27%.

Fonte: (Equipe AE)

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LULA E PRIMEIRA-DAMA APROVEITAM DIA DE SOL NA BAHIA

Salvador, 05 - Visivelmente queimado pelo sol, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou nesta manhã à Praia de Inema, em Salvador, dentro da Base Naval de Aratu. Diferentemente do que ocorreu ontem, quando Lula esteve no local sob chuva, hoje o presidente e primeira-dama, Marisa Letícia, puderam aproveitar o sol.
O clima animou Marisa, que deu o primeiro mergulho no mar desde a chegada do casal à cidade, no dia 31.

Mais à vontade do que ontem, o presidente e a mulher chegaram à praia às 10h45 (horário de Brasília), acompanhados pelo chefe da segurança da presidência, general Gonçalves Dias. Sentaram-se sob um toldo instalado na praia e, 15 minutos depois, o casal foi ao mar. Em seguida a primeira-dama, com um maiô
acinzentado, voltou à mesa para pegar o chapéu e logo mergulhou novamente.

De sunga azul escura, Lula ficou no mar, aparentemente brincando com peixes. Depois de 20 minutos, o casal voltou à mesa. Lula fez alongamento e deitou-se em uma cadeira reclinável, enquanto Marisa conversava com familiares que chegaram ao longo da manhã à mesa. O presidente, então, juntou-se ao grupo e abriu
uma revista - que atraiu a atenção de todos.

Já se iniciava a tarde quando uma integrante da Associação de Apoio e Assessoria a Organizações Sociais do Nordeste (Aanor), Adélia Lima, chegou com um megafone ao píer da vizinha Praia de São Tomé do Paripe, localizada a um quilômetro do ponto onde estava o presidente, para fazer a primeira manifestação popular dirigida a Lula desde sua chegada. Gritou, em vão, tentando chamar a atenção do presidente. “Venho mesmo para incomodar, para chamar a atenção aos nossos problemas sociais”, disse. Ao lado dela, simpatizantes do PT instalaram uma bandeira no píer.

Fonte: Agência Estado (Tiago Décimo).

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BOVESPA FECHA 2009 COM SALDO POSITIVO DE R$ 20,596 BI EM CAPITAL EXTERNO

São Paulo, 05 - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou 2009 com superávit de R$ 20,596 bilhões em capital externo, com a entrada de R$ 146,061 milhões no último dia útil do ano (30 de dezembro). Na data, a Bolsa fechou na máxima pontuação do dia, aos 68.588,41 pontos, em alta de 0,43%.

O resultado, além de representar um recorde, marca o retorno dos estrangeiros à Bolsa após dois anos seguidos de saldos negativos, de R$ 4,235 bilhões em 2007 e de R$ 24,629 bilhões em 2008. O recorde anterior é de 2003, primeiro ano do governo Lula, quando foi apurado superávit de R$ 7,495 bilhões em
recursos estrangeiros.

No acumulado do mês de dezembro, a Bolsa brasileira fechou com saldo positivo de R$ 512,249 milhões, resultado de compras de R$ 42,157 bilhões e vendas de R$ 41,645 bilhões. No balanço mensal, a performance, embora positiva, representa o terceiro mês consecutivo de queda no saldo positivo, que em setembro era de R$ 4,036 bilhões, passou para R$ 1,144 bilhão em outubro e para R$ 932,692 milhões em novembro.

Fonte: Agência Estado (Fabiana Holtz).

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PETRÓLEO REGISTRA LEVE ALTA EM NY, A US$ 81,64 O BARRIL

Nova York, 05 - Os preços dos contratos futuros do petróleo registram leve alta, mas permanecem próximos da estabilidade, recebendo suporte do tempo frio nos Estados Unidos. Os ganhos são limitados pela cautela dos investidores antes da divulgação de dados sobre os estoques norte-americanos da matéria-prima.

Às 13h14 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo com vencimento em fevereiro, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), subia 0,16%, para US$ 81,64 o barril. Na plataforma ICE de Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com vencimento em fevereiro avançava 0,25%, para US$ 80,32 o barril.

Desde 14 de dezembro, o valor do barril subiu 17%, impulsionado pelo tempo frio na região nordeste dos EUA, o que aumentou a demanda por óleo de calefação. Também contribui para o movimento a expectativa de que a recuperação da economia traria uma retomada no consumo de combustíveis.

O avanço dos preços ganhou força no pregão de ontem, o primeiro de 2010, devido ao retorno dos fundos de investimento ao mercado, após um período de realização de lucros. Hoje, no entanto, os ganhos podem ser limitados pela cautela dos investidores antes da divulgação de relatórios sobre os estoques norte-americanos de petróleo na noite de hoje e na manhã de amanhã.

Segundo analistas, os dados devem mostrar um aumento de 200 mil barris nos estoques de petróleo, uma alta de 500 mil barris nos estoques de gasolina e declínio de 2 milhões de barris nos estoques de destilados - categoria que inclui diesel e óleo para calefação. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado (Gustavo Nicoletta).

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FGV: INFLAÇÃO DA BAIXA RENDA FOI A MENOR EM 3 ANOS

Rio, 05 - Graças a um cenário de alimentos mais baratos, a inflação sentida por famílias de baixa renda em 2009 foi a menor dos últimos três anos. A informação partiu do economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) André Braz. Hoje, a FGV anunciou o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) de 2009, que mede o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos, e subiu 3,69% no ano passado, quase a metade da inflação apurada por este índice em 2008 (7,37%). Na série histórica do índice, iniciada em 2004, o resultado só não é menor do que a taxa anual de 2006 (1,65%).

De acordo com Braz, os alimentos subiram 1,52% em 2009, também a elevação mais fraca desde 2006, quando os preços dos alimentos caíram 1,26%. Em uma listagem das cinco principais quedas de preço em 2009, no âmbito do IPC-C1, todas são do setor de alimentação. É o caso das deflações registradas nos
preços de tomate (-27,88%), feijão preto (-44,33%), feijão carioca (-30,89%), arroz branco (-17,02%) e carne moída (-8,80%). Braz lembrou que os preços dos alimentos se mostraram comportados no ano passado, e isso influenciou fortemente o desempenho anual do IPC-C1 - visto que as famílias pesquisadas para
cálculo do índice gastam 40% de seu orçamento mensal com alimentos. “Podemos dizer que os alimentos foram a grande âncora do IPC-C1 em 2009″, afirmou.

A taxa do indicador poderia ter sido mais baixa, não fosse a pressão exercida, em 2009, por aumentos de tarifas e preços administrados, principalmente. Na lista das cinco mais expressivas elevações de preço em 2009 estão as altas de preço registradas em aluguel residencial (6,69%), gás de botijão (11,57%), cigarros
(21,11%), ônibus urbano (2,97%) e batata inglesa (41,92%).

Para 2010, um cenário de alimentos baratos semelhante ao que ocorreu em 2009 não deve se repetir. Braz lembrou as previsões são de recuperação e crescimento econômico para este ano, com projeções apostando em altas em torno de 5% do PIB. Com a economia aquecida, o mercado de trabalho deve apresentar novos sinais de melhora, aumentando o poder aquisitivo da população, e elevando a demanda. Isso deve puxar para cima a procura por alimentos, o que pode reduzir oferta e, por consequência, elevar preços. “Não estou dizendo que vai ocorrer uma explosão de aumentos de preços. Creio que os preços dos alimentos vão aumentar, mas de forma gradual”, afirmou.

Para janeiro deste ano, o cenário de elevação de preços é mais previsível. O economista alertou que o recente anúncio do aumento em torno de 17% na tarifa de ônibus urbano em São Paulo vai gerar uma influência de 0,40 ponto porcentual na taxa do IPC-C1 de janeiro. Além disso, normalmente nesta época do ano, os preços de hortaliças, legumes e frutas aumentam devido à redução de oferta causada por problemas climáticos, característicos desta época do ano - como fortes chuvas. “O mês de janeiro vai apresentar uma taxa elevada para o IPC-C1, mas por fatores sazonais, desta época do ano. Mesmo que o índice apresente uma taxa muito elevada no primeiro mês do ano, esta não deve se repetir nos meses subsequentes, em igual magnitude”, explicou.

Fonte: Agência Estado (Alessandra Saraiva).

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Durante a aposentadoria, como investir em ações?

Por: Flávia Furlan Nunes
05/01/10 - 13h00
Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO – O engenheiro mecânico José Conti Cintra tem 59 anos e pretende se aposentar em 2010. Mas quem pensa que ele usará o tempo livre apenas para descansar, depois de uma vida de trabalho, está enganado: na aposentadoria, ele quer é investir em ações.

Cintra já mantinha parte de seus investimentos na Bolsa de Valores, em uma carteira que considerava conservadora. Agora, durante a aposentadoria, com mais tempo para estudar e acompanhar o mercado, ele pensa em ser mais arrojado.

“Estou consciente de que posso ganhar e perder na Bolsa, mas acredito que chegou a hora de o meu dinheiro trabalhar por mim”, diz o engenheiro, que já está em busca de mais cursos de aprimoramento para poder passar das “blue chips” - ações de empresas como Gerdau, Petrobras e Vale do Rio Doce – para empresas de menor porte com forte potencial de ganho. “Chegou a hora de o meu dinheiro trabalhar por mim”, diz engenheiro

Investir ou não em ações?

De acordo com a professora da FGV (Fundação Getulio Vargas), Myrian Lund, na realidade, o investimento em ações é positivo quando o horizonte é de longo prazo, considerado por ela como de cerca de dez anos. Já que a aposentadoria é um período de resgates, em sua opinião, o investimento em ações nesta fase da vida se torna arriscado.

“Você vai ter de fazer resgates, então não tem de ter todo o dinheiro em ações”, destacou. Para a professora, a pessoa deve colocar 20% de seu dinheiro na bolsa e o restante, em renda fixa, distribuição que é adotada na previdência privada, em planos como o PGBL e VGBL (Plano e Vida Gerador de Benefício Livre), que administram o dinheiro após a aposentadoria do cliente.

O foco não deve ser em ações, ainda mais se a pessoa não tem o perfil agressivo de investimento, de acordo com a professora. No primeiro susto, o investidor vai resgatar o dinheiro e realmente consolidar suas perdas. Assim, poderá comprometer seu patrimônio e não ter recursos suficientes para uma idade mais avançada.

Como um vestibular!
Para o professor e diretor da Tradeal Educação, Leonardo Hermoso, investir na bolsa é como enfrentar um vestibular: são várias pessoas na disputa por um objetivo, sendo, no vestibular, ingressar na faculdade e, na bolsa, realizar lucro. De acordo com ele, investir em ações é um bom negócio em qualquer fase da vida.

“Mas tem de dosar a parte do patrimônio que será investida. No máximo 15%, pensando em um perfil de aposentadoria”, destacou.

E para aqueles que optarem pelos papéis nesta fase da vida, muito cuidado: tente minimizar o pedágio que se paga quando se é um iniciante, que nada mais é do que a perda ocorrida pela adaptação psicológica a este mercado. No começo, qualquer abalo na bolsa faz com que muitos ajam de maneira errada, por não saberem esperar.

Se sim, busque informação!
Para as pessoas que optarem pelo mundo da bolsa de valores, o indicado é buscar informações, sempre! O engenheiro José Conti Cintra falou que é desta maneira que está se aprimorando. “O treinamento abre um leque de opções de investimentos que não conhecemos, por mais bem informados que sejamos”, destacou.

“Agora é a hora de aproveitar a vida”, diz gerente da Tradeal

De acordo com Hermoso, o investidor ainda deve ter tranquilidade e segurança. “Agora é a hora de aproveitar a vida”, destacou. Nada melhor do que ter uma consultoria de um profissional especializado e acompanhar o mercado de perto.

“Não pode se dar ao luxo de perder muito dinheiro. Bolsa é bom para todo mundo, mas para quem já passou dos 60, é preciso alocar uma pequena parte do capital”, indicou.

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EUA: ENCOMENDAS À INDÚSTRIA CRESCEM 1,1% EM NOVEMBRO

Washington, 05 - As encomendas à indústria dos Estados Unidos cresceram 1,1% em novembro em relação a outubro, informou hoje o Departamento de Comércio do país. Analistas previam crescimento de 0,5%. Em outubro, houve aumento de 0,8% nas encomendas (dado revisado). Originalmente, o Departamento de Comércio havia divulgado uma expansão de 0,6% nas encomendas do período.

Em novembro, as encomendas de bens de capital não relacionados à defesa e excluindo aviões aumentaram 3,6% em relação ao mês anterior. Esse dado é considerado um termômetro do gasto com investimentos no país. As encomendas de bens duráveis avançaram 0,2% em novembro, enquanto as encomendas de bens não-duráveis subiram 1,8% no mesmo período.

Já as encomendas ainda não atendidas, um sinal da demanda futura, recuaram pelo 14º mês consecutivo, a uma taxa de 0,7%. A demanda por bens do setor de transporte caiu 5,8%. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado (Gustavo Nicoletta).

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